Onboarding e a Avaliação de Experiência feita por ferramenta

2021-11-29T09:59:57-03:0017 setembro, 2018|Gestão de Pessoas|

Onboarding e a Avaliação de Experiência feita regularmente através da ferramenta auxilia na decisão de efetivar ou não um funcionário? Entenda como isso funciona nesse artigo.

O trabalho de uma organização no que diz respeito a aquisição de um novo funcionário não termina quando se fecha a contratação. Aliás, ela começa muito antes da atração, desde a descrição de cargos, a análise desses cargos e a definição dos perfis necessários ao preenchimento de cada vaga.

E não para por aí. O setor de recursos humanos precisa estar alinhado ao setor de marketing no que se trata do fortalecimento da marca empregadora. Afinal, para atrair os melhores talentos não bastam os melhores salários ou o pacote de benefícios mais competitivo. É preciso oferecer aos candidatos uma nova experiência desde a divulgação da vaga.

Talentos contratados, surge um novo desafio: o employee experience. Diferente da experiência vinculada ao employer branding de sua empresa, é preciso estabelecer parâmetros para a cultura organizacional de sua empresa, de forma a oferecer aos seus colaboradores uma experiência de integração produtiva.

Com efeito, em se tratando de integração e avaliação de aproveitamento dos aprendizados nesse período pós contratação, uma das tendências que vem crescendo no mercado é o uso do Onboarding e a Avaliação de Experiência.

Quer conhecer melhor o Onboarding e Avaliação de Experiência, e entender o quanto eles são importantes na formação de uma equipe de alta performance? Acompanhe a gente nesse artigo.

Onboarding: criando as primeiras experiências

Iniciar uma nova rotina, em uma nova empresa pode trazer alguns desconfortos para o candidato. Afinal, cada empresa carrega sua própria identidade e seus próprios processos. Sem falar da ansiedade e incerteza de ser aceito.

Essa era uma dificuldade que o RH sempre entendeu bem, já que todo mundo já foi novato em algum lugar! E a partir do interesse na melhorar a integração de novos colaboradores não só a rotina da empresa, mas também ao ambiente cultural, as empresas passaram a adotar uma série de processos de onboarding.

Assim sendo, Onboarding é o termo utilizado para designar o processo que tem como intuito capacitar e familiarizar os colaboradores recém-contratados das organizações. A ideia é reduzir o tempo que o colaborador leva para se adaptar e atingir o seu máximo potencial como profissional.

Então, é fundamental trabalhar com determinadas ações, como a integração com o time, imersão cultural (o colaborador precisa ter claro os valores, visão e missão da empresa), criação de uma forte conexão da equipe para a recepção do novo colaborador e a utilização de ferramentas digitais para entender melhor as características individuais do profissional.

O processo é crucial para evitar interpretações erradas sobre as atividades e posicionamento da empresa, ter alto aproveitamento e produtividade e, principalmente, diminuir a taxa de turnover.

Considerando que todo candidato, ao entrar na empresa, está em seu melhor momento de motivação, é dos principais fatores que torna esse momento o ideal para a intervenção do RH no processo de onboarding.

Sem dúvida, o onboarding é um processo de responsabilidade do setor de recursos humanos, no entanto, precisa envolver todos os outros setores para garantir seu sucesso.

Quais as vantagens do onboarding?

As primeiras experiências de um talento recém contrato, talvez sejam as mais importantes em sua carreira na empresa. Afinal, a partir delas ele poderá não só demonstrar seu potencial de trabalho, mas também entender quem é sua nova empresa e de que forma essa relação de trabalho será.

Daí a importância de utilizar o onboarding para garantir que esse período promova vínculos que favoreçam a retenção desse talento e a construção de uma relação de trabalho satisfatória para ambos os lados.

No entanto, a formação desse vínculo não é a única vantagem no onboarding. Podemos destacar, além da retenção de talentos, o aumento do engajamento desses profissionais, o alinhamento dos valores e a redução do turnover. Vale lembrar que esse último é um índice que precisa estar continuamente no radar do RH, já que seu aumento indica a necessidade de um diagnóstico organizacional.

Recrutamento e seleção

Passou no processo seletivo, e agora?

É bastante comum a contratação de profissionais por um prazo determinado (modelo de contrato regulamentado pela Consolidação das Leis Trabalhistas). E que, portanto, estipula que a organização pode testar as aptidões de um funcionário para a vaga por até 90 dias antes de efetivá-lo.

A avaliação do período de experiência costuma ser um momento crucial tanto para o profissional, quanto para a empresa. Em princípio é comum que um candidato se saia bem durante o processo seletivo, mas são necessários alguns meses para definir se ele atende às necessidades e expectativas da organização e, principalmente, se ele está qualificado.

A avaliação de experiência feita regularmente, com o auxílio de ferramenta tecnológica, facilita a mensuração da qualidade do trabalho do colaborador. Sendo assim, através dela é possível identificar os conhecimentos técnicos, habilidades interpessoais, de comunicação, liderança e todas as demais pertinentes à sua ocupação. Além disso, fatores comportamentais como pontualidade, respeito aos prazos, regras e hierarquias também se avalia.

No entanto, é preciso considerar que dentro de 90 dias, existe a possibilidade de que os dados colhidos não sejam precisos para a geração de um feedback final e possível efetivação. Dessa forma, se o gestor tiver a oportunidade de realizar uma avaliação após 45 ou 60 dias, ele terá a oportunidade de alinhar os resultados obtidos até aquele momento.

Certamente, essa é uma possibilidade importante, porque permite o direcionamento do funcionário antes de realizar uma avaliação definitiva, na finalização dos 90 dias de experiência.

Com isso, o gestor poderá acompanhar as características e possíveis mudanças comportamentais e profissionais do candidato que poderá ocupar uma vaga em sua equipe. Ao final desse processo, o gestor terá subsídios necessários para avaliar o profissional e decidir sobre sua efetivação.

Considere o momento e o investimento da empresa

Para mensurar o desempenho do colaborador, é importante avaliar o momento e o investimento feito pela empresa. Se ela deu as condições para que o colaborador demonstrasse seu potencial. Em suma, isso quer dizer verificar se o gestor orientou o funcionário de maneira correta, se a infraestrutura para executar seu trabalho foi disponibilizada, se a equipe o recebeu abertamente, se os treinamentos foram realizados de maneira correta.

Como afirmado anteriormente, a responsabilidade do processo de onboarding é uma missão do setor de recursos humanos. Principalmente no que tange a promoção de uma cultura que valorize a integração de novos membros na equipe.

A partir daí, essa passa a ser também a missão da equipe. Nesse sentido a atuação da liderança junto de suas equipes para reforçar essa cultura, tem grande relevância no processo de integração dos novos talentos.

Em resumo, para garantir que essa integração seja uma experiência satisfatória, é muito importante que o RH invista no employee experience de seus colaboradores, adotando práticas de inclusão, valorização, reconhecimento e principalmente oferecendo um ambiente que inspire o crescimento profissional.

O mais importante é que a avaliação de experiência seja feita de maneira justa, considerando não somente as entregas do novo colaborador, mas proporcionando ao RH um diagnóstico claro do processo de onboarding.

guia avaliação de desempenho

Use a tecnologia a seu favor

Nesse cenário, o uso da tecnologia ganha destaque por democratizar e humanizar os processos que, com o tempo, acabaram se tornando mecânicos e burocráticos. Uma vez que o torna mais rápido, facilita a mensuração dos resultados e a confiabilidade de dados.

Só para exemplificar, é possível utilizar gamificação nos processos de onboarding e realizar as avaliações de experiência através de software de gestão de pessoas.

Portanto, a contratação de um software oferece suporte ao setor de recursos humanos de maneira eficiente e otimizada, para automação desses processos. Além disso, o acompanhamento da implantação dessas ferramentas permite a otimização não só desse, mas de vários outros processos do RH de sua empresa.

E por falar nessa tecnologia, você já conhecer a SER? A SER é uma empresa brasileira com mais de 25 anos de experiência, focada em Gestão Estratégica de Pessoas. Ela consegue oferecer aos seus clientes as melhores estratégias e soluções em gestão de pessoas, sem perder as características contidas em cada cultura. A Plataforma SER implementa métodos necessários para conseguir os melhores resultados e acelerar o sucesso dos seus talentos.

Agora que você conhece sabe a importância do onboarding e da avaliação de experiência, consulte um dos nossos especialistas. Conheça as ferramentas ideais para que sua equipe seja mais produtiva e contribua para um ambiente de trabalho cada vez melhor!

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